quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Tia como escreve Dálete?
E eu sei???????? Claro...tinha que pesquisar, afinal minha curiosidade sempre aflora nessa hora...
Então baseado nessa pergunta simples acabei filosofando um pouco sobre o assunto.
Dáletes como se diz...e escreve-se Dálit.
Os “sem-casta”Os dalits, ou intocáveis, são párias: aqueles que não têm casta, a poeira sob os pés de Brahma. Eles realizam os trabalhos considerados impuros para as outras castas, como a limpeza de excrementos, a lida com os cadáveres. Os dalits não podem beber água na mesma corrente dos demais, não lhes é permitido entrar nos templos, nem mesmo tocar, com seu corpo ou com sua sombra, um indivíduo pertencente a qualquer casta...
Nossa...
Gandhi em sua admirável sabedoria lutou contra esse preconceito, aí entraremos no mérito das Castas e isso vai longe...
O fato é que transportei para nossa cultura e fiquei imaginando quem seriam os nossos Dálits...
Quem nunca se sentiu excluído de alguma forma de uma tribo(casta)...contrariando conceitos, misturando teorias...
Somos muitos...
Ahhh Carol...se vc soubesse o significado de sua pergunta...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

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Hoje eu quero sair só...

E por onde eu passar
Serei apenas olhos e ouvidos
As palavras vou guardar pra mim.


Não demora eu to de volta.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Pequenas doses

A distância é um erro, repetida em várias formas e me dói em quase todas elas.
Por mais que minha confusa imaginação me transporte para junto é ainda assim inatingível.
É como olhar através de um vidro frio sem poder tocar, sem poder sentir...
Eu olho muitas vezes e choro, quase em segredo, o que não posso sentir na pele...o calor do contato.
Vagando eu me vejo em lapsos de tempo imersa em desejos que não posso refrear.
Desejos de possuir um momento só que seja de uma vida compartilhada em noites de insônia, consumidas de vontades e curiosidades...
Tento afastar o crescente tédio que consome o ar morno dos dias febris.
E são muitas as tentivas sem sucesso, são ilusões que se desfazem com o dia.
Não há o que substitua a vontade de atingir o secreto desejo que eu guardo...até de mim...
Isso me dói.
Definitivamente me consome um pouco a cada dia.
Me alimento de gestos então, sinais difusos que para mim são pequenas esperanças de que tudo isso enfim...não seja em vão...