Eu caminhei entre as sombras daquelas árvores tão frescas, tão cheias de vida...senti o cheiro de cada momento passado, ví quando suas cores mudavam, cores do verão, do outono, do inverno.
Eu estava ali a cada mudança, observando apenas, uma espectadora do tempo. Ri, chorei, aprendi, amei, briguei...fiz tanto em tão pouco tempo que pareceu uma eternidade.
Gravei as cenas vividas em pedacinhos de sonos...em horas na madrugada...entre os intervalos do relógio...nos silencios escuros....quase fazendo parte do cenário inacabado.
E...quase esquecida...voltei, como respirando do afogamento, como último sopro de vida...que não termina, que insiste...em viver,
Eternamente...
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